segunda-feira, 30 de maio de 2016
DuZeru GNU/Linux - DioCast #10
Parabéns a todos, ouvintes, participantes o programa Duzeru veio para
ajudar as pessoas conhecer o sistema Gnu/LINUX , Baixe já, e instale em
seu computador de mesa e/ou seu not... GAÚCHO GNU/Linux
quinta-feira, 17 de março de 2016
domingo, 13 de março de 2016
terça-feira, 8 de março de 2016
Projecção e anti- DRMmovimento têm lutado mídia e empresas de software proprietário que querem tecer Digital Restrictions Gestão para o padrão HTML que sustenta a Web
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
TV digital: Ginga é a Tecnologia brasileira que deu certo e não pode ser abandonada
Ana Paula Lobo ... 02/02/2016 ... Convergência Digital
Num
movimento para garantir o desenvolvimento do Ginga, plataforma
brasileira de interatividade, os pesquisadores brasileiros envolvidos
com o midleware decidiram unir forças e criar o Instituto Ginga. A
iniciativa, que é uma homenagem ao professor Luiz Fernando Soares,
considerado o 'pai' do Ginga e que morreu em setembro do ano passado,
envolve cerca de 20 laboratórios distribuídos pelo Brasil e que
estão voltados ao desenvolvimento do Ginga.
"O Instituto Ginga é um avanço para garantirmos a sustentabilidade da Tecnologia, que é a única nacional na nossa área com um reconhecimento formal internacional, uma vez que virou padrão mundial para o IPTV na União Internacional de Telecomunicações. Não podemos deixar que, agora, na TV digital, para a qual o Ginga foi formulado, ele não alcance o seu papel", diz o professor Sérgio Colcher, coordenador do evento e professor do Laboratório TeleMídia, ligado ao Departamento de Informática do CTC/PUC-Rio.
"A morte prematura do professor Luiz Fernando e o momento da TV digital no Brasil permitiram essa união de forças. Especialistas de todo o país estão trabalhando para manter o Ginga mais vivo do que nunca. O professor Luiz Fernando queria a Tecnologia efetivamente voltada para atender a sociedade. E o Ginga faz isso. É o meio de levar serviços públicos e privados para as camadas mais pobres. O canal de retorno é importante, mas não é crucial para disseminar conhecimento nas camadas onde a TV é o único meio de comunicação efetivo", explica Colcher, em entrevista ao portal Convergência Digital.
O movimento é importante, uma vez que há a intenção de reduzir a presença do Ginga nos conversores que serão distribuídos às classes D e E por conta da migração do sinal analógico para o digital. "Não podemos deixar o Zapper ser o conversor para essa camada da população. O Ginga não é caro. Quem diz que ele encarece o custo do conversor está faltando com a verdade. O Ginga é desenvolvido em plataforma de software livre e tem vários perfis distintos", afirma o professor Sérgio Colcher.
Segundo ainda o coordenador do Laboratório TeleMídia da PUC/Rio de Janeiro, o Ginga pode ser embutido e usado para a oferta de serviços cobrados para quem pode pagar. "É software livre. Todo mundo pode desenvolver com o Ginga. Foi, aliás, esse diferencial que fez a UIT reconhecer a tecnologia como padrão mundial para o IPTV", reforça.
Com a estruturação nacional, a próxima reunião do Instituto Ginga está agendada para o dia 19 de fevereiro. A ideia é ter voz ativa na decisão do GIRED, grupo de implementação da TV digital para garantir a presença do Ginga nos conversores para aproximadamente 14 milhões de pessoas na primeira etapa da digitalização. "O adiamento do cronograma nos permite trabalhar. Mostrar que a Academia está próxima do Governo e que o Ginga é um meio de política social. É a Tecnologia fazendo algo concreto para a sociedade que precisa ", finaliza Colcher.
"O Instituto Ginga é um avanço para garantirmos a sustentabilidade da Tecnologia, que é a única nacional na nossa área com um reconhecimento formal internacional, uma vez que virou padrão mundial para o IPTV na União Internacional de Telecomunicações. Não podemos deixar que, agora, na TV digital, para a qual o Ginga foi formulado, ele não alcance o seu papel", diz o professor Sérgio Colcher, coordenador do evento e professor do Laboratório TeleMídia, ligado ao Departamento de Informática do CTC/PUC-Rio.
"A morte prematura do professor Luiz Fernando e o momento da TV digital no Brasil permitiram essa união de forças. Especialistas de todo o país estão trabalhando para manter o Ginga mais vivo do que nunca. O professor Luiz Fernando queria a Tecnologia efetivamente voltada para atender a sociedade. E o Ginga faz isso. É o meio de levar serviços públicos e privados para as camadas mais pobres. O canal de retorno é importante, mas não é crucial para disseminar conhecimento nas camadas onde a TV é o único meio de comunicação efetivo", explica Colcher, em entrevista ao portal Convergência Digital.
O movimento é importante, uma vez que há a intenção de reduzir a presença do Ginga nos conversores que serão distribuídos às classes D e E por conta da migração do sinal analógico para o digital. "Não podemos deixar o Zapper ser o conversor para essa camada da população. O Ginga não é caro. Quem diz que ele encarece o custo do conversor está faltando com a verdade. O Ginga é desenvolvido em plataforma de software livre e tem vários perfis distintos", afirma o professor Sérgio Colcher.
Segundo ainda o coordenador do Laboratório TeleMídia da PUC/Rio de Janeiro, o Ginga pode ser embutido e usado para a oferta de serviços cobrados para quem pode pagar. "É software livre. Todo mundo pode desenvolver com o Ginga. Foi, aliás, esse diferencial que fez a UIT reconhecer a tecnologia como padrão mundial para o IPTV", reforça.
Com a estruturação nacional, a próxima reunião do Instituto Ginga está agendada para o dia 19 de fevereiro. A ideia é ter voz ativa na decisão do GIRED, grupo de implementação da TV digital para garantir a presença do Ginga nos conversores para aproximadamente 14 milhões de pessoas na primeira etapa da digitalização. "O adiamento do cronograma nos permite trabalhar. Mostrar que a Academia está próxima do Governo e que o Ginga é um meio de política social. É a Tecnologia fazendo algo concreto para a sociedade que precisa ", finaliza Colcher.
Fonte:
http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=41609&sid=14
Gaúcho GNU/LINUX
Gaúcho GNU/LINUX
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
Nossos Contribuintes: Anahuac de Paula Gil
Anahuac de Paula Gil é um dos nossos primeiros adeptos. Ele nos ajuda muito com a testar o nosso software, traduzi-lo para Português (Brasil) idioma. Sua paciência nos ajuda a finalmente descobrir um grande problema em nossas notificações quando eles simplesmente não funcionam por meses no Brasil e nós não tinha a menor idéia por que ele não está funcionando.
Anahuac está trabalhando na Secretaria de Transparência de João Pessoa Prefecture. Sua responsabilidade é fornecer dados do governo como tanto quanto possível para as pessoas ser capaz de supervisionar como o governo está indo em um gratuito (como em liberdade) maneira, usando Software Livre e formatos livres. João Pessoa é o número um em transparência.
Ele é, também, podmin da primeira diáspora POD rede social no Brasil. Diaspora é uma rede social livre e federada que visa anonimato, privacidade e segurança.
Em 2012 Anahuac é publicado um livro sobre a instalação e configurarion de OpenLDAP. Este é o livro avançado, e agora ele está trabalhando em um básico.
Ator da equipa estão sempre interessados na expansão do software livre no mundo e Anahuac foi um que nos mostram como poderia ser.
Obrigado pelo seu apoio!
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
Muere Ian Murdock fundador de Debian
Muere Ian Murdock, fundador de Debian

Hace pocas horas fue confirmada la muerte de Ian Murdock, el fundador de Debian, hecho que de acuerdo a las fuentes aconteció el lunes por la noche. Se trata de un golpe muy grande para toda la comunidad del software libre en general, y desde luego en particular para la familia del sistema operativo libre universal, como el ha querido que su proyecto fuera conocido.
Murdock lanzó Debian allá por Agosto de 1993 y lanzó la primera versión estable el 17 de Junio de 1996, pero la historia de esta gran distro comenzó tiempo antes, cuando gracias al entusiasmo que GNU/Linux había despertado entre muchos usuarios de Unix como el, y a la posibilidad de disponer del mismo en forma completamente libre, pudo comenzar a trabajar en la implementación de un sistema operativo libre, que dio en bautizar como todos lo conocemos gracias a la unión de Deborah (su novia de ese entonces y luego su esposa) e Ian.
Fonte: http://www.linuxadictos.com/
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